EcoCoin: Cofundador da Uber revela nova criptomoeda

O cofundador da Uber já é conhecido por abalar uma indústria e, segundo informações, agora está entrando no mundo das criptomoedas. Garrett Camp, cofundador da Uber, é responsável por uma novo criptomoeda chamada de Eco, um protocolo de moeda global descentralizado. Camp pretende trabalhar em conjunto com as melhores universidades do mundo para executar uma rede verificada.

De acordo com um artigo na Fortune, ele escolheu o nome Eco por sua conotação de “ecossistema, economia e comércio eletrônico”. O Eco foi criado para vencer e desenvolvido para enfrentar o bitcoin, o ouro e o dinheiro convencional para transações diárias em uma escala global. Camp disse à Fortune:

“Percebi que pode ser melhor lançar um projeto de um ponto de vista filosófico diferente em cooperação com várias universidades, cientistas, e institutos de pesquisa— como a Internet.”

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Eco na luta contra o Bitcoin

Em seu artigo técnico, o Eco classifica o bitcoin como um  “investimento especulativo” ao invés de um “meio de troca,”algo que a nova moeda deseja se tornar. O artigo técnico cita três dos principais problemas ligados ao Bitcoin –

  1. Sua forte concentração entre um pequeno grupo de proprietários
  2. Um processo de mineração que demanda uma enorme quantidade de energia.
  3. A aparente predisposição a fraudes

O eco planeja fazer o seguinte –

  • “[Criar] uma rede verificada, na qual universidades executarão nós” (em vez de mineradores voluntários que executarão a rede Bitcoin)
  • “aumentar… o fornecimento total de tokens”
  • “criar… uma rede simples e móvel”

Universidades desempenharão um papel vital

A Eco Foundation, uma organização sem fins lucrativos, é responsável por desenvolver o Eco como uma “moeda global que é mais fácil, mais segura e mais rápida de usar do que o dinheiro de papel.”  Existem várias características distintas do Eco que o separa do bitcoin e dentre elas está a liberdade — estão dando 50% de seu fornecimento total de tokens para os primeiros investidores da moeda.

Semelhante ao bitcoin, há um número finito de Eco sendo criado. Mas ao contrário dos 21 milhões de bitcoin, o Eco definiu seu limite em 1 trilhão para possibilitar que “bilhões de usuários obtenham muitos tokens de Eco.  Em sua página oficial, eles apresentam o Eco como “a moeda digital para todos” e fornecem o que parece ser uma lista de espera para conseguir sua parte.

O Eco está construindo uma rede verificada de universidades globais, uma abordagem que parece se espelhar no Facebook de Mark Zuckerberg. Esta rede “ajudará na construção de uma infraestrutura financeira uniformemente distribuída e cooperativa” de uma forma sustentável.

O Eco não pretende apresentar uma oferta inicial de moedas para arrecadar fundos, o que pode ser uma boa jogada em virtude da recente repressão de órgãos reguladores, especialmente da Comissão Americana de Valores Mobiliários.

Camp disse que um testnet pode entrar em funcionamento dentro de alguns meses.

Fonte: CCN.com

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